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26 de março de 2016 09:48

Mulheres incentivam parceiros ao exame de toque

A secret

Por Redação Silvia Helena

saude medico

Câncer de próstata, certamente uma das doenças mais temidas pelo homem. No entanto, a resistência em não fazer os exames preventivos ainda é forte no meio masculino. Um preconceito que pode levar à morte. E, neste contexto, muitas mulheres precisam tomar o controle e converter o preconceituoso pensamento masculino em iniciativa de prevenção.

A secretária Marlene da Costa, moradora da cidade de São José dos Campos, é um caso plausível. O marido dela se sente sadio e não vê motivo para visitar o médico ou fazer testes. Por causa disso, Marlene já marcou consultas e exames para o parceiro. Algumas vezes teve que acompanhar o marido até consultórios e já perdeu as contas de vezes que brigou com o companheiro para que ele se prevenisse.

“É um homem teimoso e acha que nunca vai adquirir qualquer doença. Mas eu não deixo passar batido. Pego no pé mesmo e até brigo se for preciso. É o preço pela saúde daquele que amo”, conta a secretária preocupada.

O câncer de próstata é a segunda forma de câncer mais comum entre homens. Só perde para o câncer de pele. A recomendação é de que a partir dos 40 anos realizem-se exames anuais. Quanto mais cedo descobrir a malignidade, maior a chance de cura.

Segundo o clínico geral Daniel Gimennez, existem três tipos de exames. O simples, chamado também de exame de toque, o exame de sangue e, em alguns casos, o exame de ultrassom. Porém, o ideal é que sejam feitos todos eles.

“O exame de toque identifica a parte posterior da próstata, o ultrassom verifica a região anterior e o exame de sangue, de modo geral, identifica a transformação da malignidade do câncer”, explica o especialista.

Os sintomas da doença são quase que imperceptíveis. Mas a percepção de dores ao urinar pode ser um sinal de alerta e a recomendação é que procure um profissional para sanar qualquer dúvida.

O químico Ruy Schuwantes, de 55 anos, reconhece que o exame não é agradável. Porém, para ele a saúde é mais importante que o constrangimento. “Prevenir o problema é melhor do que detectar depois uma gravidade num ponto irreversível”, reconhece Schuwantes.

Marlene conclui disparando uma boa lição de moral aos homens: “Que o homem desmistifique o tabu de que o exame vai deixa-lo menos homem. Pelo contrário, os testes vão dar maior probabilidade de vida, inclusive sexual”.

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