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22 de junho de 2016 18:36

Atual Governo deve encarar a reforma trabalhista

Sergio Nigro

Por Papo Empresarial

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Com apenas um mês de atuação, o presidente interino Michel Temer, irá enfrentar a reforma trabalhista, com o objetivo de trazer regras mais brandas para a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Alguns temas já ganham maior força entre a equipe, entre eles estão os acordos coletivos, que visam impulsionar a economia e reduzir custos dos empresários, mediante os novos investimentos.

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Mesmo com a mudança dessa regra, os direitos trabalhistas estão assegurados. Flexibilizar as leis trabalhistas é uma das mudanças mais importantes, pois dará aos empresários e empregados a condição de negociar varias questões, como por exemplo, horário de almoço, parcelamento de férias e demais benefícios, porém sem a perda destes, mas sim uma forma de criar alternativas para o empregado, o que de fato não ocorre atualmente.

Ainda, a livre negociação entre empregador e empregado é fundamental, assim como já ocorre em países desenvolvidos, tal como os Estados Unidos, sendo uma alternativa para fomentar a economia do país. Outro assunto polêmico que esta em discussão, trata da terceirização das atividades-fim, ou seja, a atividade principal que identifica a área de atuação em uma empresa.

Nos dias atuais, não é permitido a contratação de terceiros para esta função. Este item, ainda em discussão, tem por objetivo diminuir o ônus para os empresários, e desta forma, conquistar investidores estrangeiros para ampliar as vagas de emprego para a população.

Com a crise econômica que o Brasil enfrenta, é impossível não rever as possibilidades para os empresários e é essencial não tirar o poder de compra dos funcionários. Saber o ponto de equilíbrio entre as duas partes, será crucial neste momento para voltarmos a crescer. A conversa entre Capital e Trabalho irá criar a segurança que os investidores precisam para os futuros contratos. A CLT foi criada através do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, completando 73 anos de existência.

Algumas reformas foram propostas e incluídas. O atual projeto de lei(4.962) que altera o artigo 618 da CLT — que trata das convenções, está sendo avaliada pela Comissão do Trabalho, em caráter terminativo. Com apenas um mês de atuação, o presidente interino Michel Temer, irá enfrentar a reforma trabalhista, com o objetivo de trazer regras mais brandas para a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Alguns temas já ganham maior força entre a equipe, entre eles estão os acordos coletivos, que visam impulsionar a economia e reduzir custos dos empresários, mediante os novos investimentos. Mesmo com a mudança dessa regra, os direitos trabalhistas estão assegurados. Flexibilizar as leis trabalhistas é uma das mudanças mais importantes, pois dará aos empresários e empregados a condição de negociar varias questões, como por exemplo, horário de almoço, parcelamento de férias e demais benefícios, porém sem a perda destes, mas sim uma forma de criar alternativas para o empregado, o que de fato não ocorre atualmente.

Ainda, a livre negociação entre empregador e empregado é fundamental, assim como já ocorre em países desenvolvidos, tal como os Estados Unidos, sendo uma alternativa para fomentar a economia do país. Outro assunto polêmico que esta em discussão, trata da terceirização das atividades-fim, ou seja, a atividade principal que identifica a área de atuação em uma empresa. Nos dias atuais, não é permitido a contratação de terceiros para esta função.

Este item, ainda em discussão, tem por objetivo diminuir o ônus para os empresários, e desta forma, conquistar investidores estrangeiros para ampliar as vagas de emprego para a população. Com a crise econômica que o Brasil enfrenta, é impossível não rever as possibilidades para os empresários e é essencial não tirar o poder de compra dos funcionários. Saber o ponto de equilíbrio entre as duas partes, será crucial neste momento para voltarmos a crescer.

A conversa entre Capital e Trabalho irá criar a segurança que os investidores precisam para os futuros contratos. A CLT foi criada através do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, completando 73 anos de existência. Algumas reformas foram propostas e incluídas. O atual projeto de lei(4.962) que altera o artigo 618 da CLT — que trata das convenções, está sendo avaliada pela Comissão do Trabalho, em caráter terminativo.

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